
As mesmas três campanhas regionais rodaram o trimestre inteiro. Abril e maio pagaram o aprendizado; junho colheu: mais lead, custo menor.
Abril e maio entregaram lead a ~R$ 62. Em junho o CPL caiu pra R$ 42 com 65% mais leads — melhor mês do trimestre em volume, custo e venda.
Conta inteira, abril a junho: campanhas de formulário nas três regiões + linhas de WhatsApp. CPL bruto médio de R$ 53,57, puxado pra baixo por junho.
ROI conta só pedido faturado de lead rastreado (e-mail, telefone ou CNPJ) — tudo que faturou entra, entregue ou a caminho. Não conta os R$ 1,22 mi ainda abertos em orçamento.
CPL bruto do trimestre: R$ 53,57
CTR médio: 0,79%
Os 813 leads exportados, casados um a um contra o Salesforce por e-mail, telefone e CNPJ — e acompanhados até o pedido faturar.
Cada lead casado com a base por e-mail, telefone ou CNPJ — do formulário ao pedido faturado. Salesforce ao vivo, 03/07.
Dos 105 orçamentos do trimestre: 17 ganhos (R$ 552 mil), 17 ainda em rascunho (R$ 1,22 mi) e 71 perdidos (R$ 4,70 mi).
Recusado no crédito · R$ 241 mil
Em análise de crédito · R$ 1.064
Mesma leitura do mês, agora em 3 meses de dado: o funil não morre no orçamento — ele some antes do CRM, e o padrão se repete em abril, maio e junho.
Recomendação que atravessa o trimestre: importar os leads no Salesforce (origem Facebook/Instagram já existe) e usar o campo "Motivo Desqualificado" — 10 motivos prontos, sem uso. Sem isso, 3 em cada 4 leads seguem invisíveis pro funil.
P3 Brasil fez o maior orçado e o maior faturado com o menor investimento. P2 Norte é a que mais converte cliente: 5 dos 8 compradores do trimestre.
Os 8 clientes que faturaram pedido depois de virar lead. Repare na maturação: leads de abril fecharam em maio e junho — o funil B2B paga com atraso.
R$ 43.927 investidos em três meses viraram R$ 6,47 mi em orçamentos rastreados e R$ 351 mil já faturados — com junho provando que dá pra comprar lead 32% mais barato. O próximo salto é parar de perder 75% dos leads antes do CRM.